
Esta é a situação de um dos esteios da anta de Cortiçô depois de limpa da fuligem do incêndio que nela foi realizado para descarnar cabos de cobre roubados.
Agora que foi limpa, mas não totalmente, pois os efeitos do fogo não foram totalmente retirados de um esteio e da tampa que sofreram profunda acção do fogo, as feridas começam a revelar-se. Esta é a mais evidente. E o fragmento de esteio acabará por cair. Mas se este fragmento não coloca em causa a estrutura, o mesmo talvez não seja garantido para as fracturas que se observam no esteio do lado e na tampa. Seria bom, já que o monumento é classificado, que o actual organismo responsável (que ainda não percebi bem como se chama, ou se já mudou ou não de nome) realizasse uma peritagem e tomasse as devidas medidas de conservação. Não faço ideia se na Grécia estão a deixar ruir o património, mas sei que nos dizem que nos devemos esforçar por nos diferenciar.
As pinturas que restavam nos esteios, essas desapareceram completamente com a lascagem das superfícies por acção do calor.
Trata-se do contraponto ao que aconteceu neste fim de semana na Fraga da Pena, apenas a 4 km de distância.


0 comentários:
Enviar um comentário